Sobre o Dr. Wagner Busato

Dr. Wagner Busato formou-se em Ginecologia e Obstetrícia, pela faculdade de Ciências Médicas de Santos, Fundação Lusíadas, em 1981. É especialista em Ultrassonografia, Histeroscopia e Laparoscopia pela Faculdade de Medicina de Valência.

Foi um dos pioneiros a atuar na especialidade de Reprodução Humana na cidade de São Paulo, realizando especializações pelo Instituto Valenciano de Infertilidade e Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

São mais de 35 anos dedicados ao atendimento clínico e cirúrgico na área de Ginecologia e Obstetrícia, e mais de 25 anos com Habilitação pela Associação Médica Brasileira (AMB) na especialidades de Reprodução Humana Assistida, Ultrassonografia de Videocirurgia Pélvica; com o objetivo orientar e cuidar da saúde da mulher no que diz respeito a sua reprodução, prevenção de doenças, gestação e parto, além melhorar as chances dos indivíduos e casais inférteis que desejam reproduzir.

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Tipos de infertilidade

Infertilidade feminina

Quando falamos em infertilidade entre casais, é importante ter em mente que as causas podem estar igualmente divididas entre os dois parceiros. Estudos apontam que o fator masculino é responsável por aproximadamente 30% dos problemas de infertilidade, enquanto outros 30% são de causa feminina, 30% de causa mista e em 10% dos casos a infertilidade é sem causa aparente.

Infertilidade masculina

A infertilidade masculina ocorre quando existem alterações na quantidade e qualidade dos espermatozoides, assim como disfunções de movimento e formação. Dessa forma, o primeiro passo para a investigação da infertilidade masculina é a realização do espermograma, onde via análise macroscópica são observadas características como cor, odor, viscosidade, volume e motilidade e morfologia dos espermatozoides.

Infertilidade Sem Causa Aparente (ISCA)

Cerca de 10% dos casais não apresentam causa aparente de infertilidade, mesmo após serem submetidos a rigorosos exames investigativos. Assim, não se considera a infertilidade sem causa aparente como relacionado ao indivíduo, mas ao casal como unidade. Nesses casos o que se indica é começar diretamente com os tratamentos de reprodução assistida, escolhendo a técnica que melhor venha a se encaixar com a idade da mulher e o tempo que as dificuldades de concepção vem se apresentando.

Pacientes Oncológicos

Apesar da taxa de sucesso dos tratamentos atuais contra o câncer, infelizmente podem não poupar o paciente dos seus efeitos agressivos, como os da quimioterapia, que na maioria dos casos debilita e altera funções do organismo, enquanto realizam seu processo de cura. A fertilidade e o sistema reprodutor, são, em grande parte, os maiores afetados por esses tratamentos.

Reprodução Assistida

O Centro de Reprodução Humana Wagner Busato é um espaço criado a partir do desejo de ajudar casais com problemas de fertilidade, e todas as pessoas com o sonho de terem um filho, de maneira acessível e humana, equilibrando tecnologia com conforto e bem estar, tentando sempre proporcionar a melhor experiência para nossos pacientes.

Nosso método de trabalho se inicia sempre com a consulta médica, onde é dado o primeiro passo no processo de avaliação dos problemas relacionados a fertilidade individual ou conjugal. Nossos diagnóstico são feitos de forma objetiva, focados nas expectativas a serem atingidas. Todas as etapas do tratamento são cuidadosamente planejadas de forma individual, considerando o caso, os recursos necessários e possibilidades dos pacientes.

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Procedimentos realizados

O que você precisa saber sobre o congelamento de óvulos

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A idade ideal para congelar óvulos coincide com o melhor período de fertilidade da mulher. Isto é, entre os 20 e 35 anos. Antes de decidir em adiar a data de congelar seus óvulos, faça uma avaliação para verificar sua reserva ovariana, pois existem casos de mulheres que sofrem uma redução da qualidade dos seus óvulos antes dos 35 anos.

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É possível congelar óvulos antes ou depois da fase dos 20-35 anos, no entanto, é ideal que o procedimento seja realizado dentro desse período, em suas melhores condições. Já que antes dos 20 anos a fertilidade não está totalmente desenvolvida e após os 35 anos a qualidade dos óvulos começa a ser significativamente menor.

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As chances de gravidez da mulher variam de acordo com sua idade, e este aspecto está principalmente relacionado à idade do óvulo. Portanto, ao utilizar óvulos congelados, as chances de sucesso do tratamento de reprodução humana serão estimadas a partir da idade em que os óvulos foram congelados.

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Aos 25 anos as chances de engravidar de forma natural a cada mês são de 25%, aos 30 as chances se reduzem a 22%, aos 35 a 12%, aos 40, a possibilidade de engravidar naturalmente gira em torno de apenas 5% e aos 45 anos há somente 1% de possibilidade de engravidar.

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As mulheres nascem com sua reserva ovariana e não produzem óvulos ao longo da vida. Apesar de nascerem com milhares de óvulos, serão apenas ao redor de 400 óvulos os que terão uma chance de serem fertilizados, os restantes irão minguar e desaparecer.

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Ao congelar óvulos, você está mantendo sua qualidade por tempo indefinido, ou seja, a vitrificação garante que a qualidade genética do óvulo se preserve. Não existe idade máxima para implantação futura, mas sim recomendações médicas, que no caso do Conselho Federal de Medicina é até os 50 anos.

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O recomendado é congelar 10 óvulos para ter mais chances de conseguir engravidar quando decidir que chegou a hora. Congelar menos de 10 óvulos não significa que você não terá chances de engravidar, mas sim que as possibilidades serão menores.

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Ao optar pelo congelamento de óvulos você não está apenas prevenindo fatores de infertilidade, mas também diminuindo o risco de anomalias cromossômicas que podem levar ao nascimento de um bebê com trissomias, por exemplo, como a Síndrome de Down.

Dúvidas frequentes

Qual a diferença entre Inseminação Artificial e Fertilização In Vitro? Qual o melhor Tratamento para iniciar?

A diferença entre as duas técnicas não está somente nos custos, mas principalmente nas indicações e resultados. Na Inseminação Artificial é realizado a indução da ovulação e no momento adequado o sêmem é preparado laboratorialmente e aplicado intra-uterino. Considerada uma técnica de Baixa Complexidade, os resultados estão limitados às taxas de segurança de no máximo dois ou três folículos para ovular, e não permite acompanhar as etapas seguintes da fecundação e implantação.

Na Fertilização in Vitro, além da estimulação dos ovários com obtenção de múltiplos óvulos, a fertilização é realizada em ambiente laboratorial de Alta Complexidade. Os embriões serão selecionados e o útero preparado para transferência, com correção de muitos fatores que tendem a melhorar os resultados finais de implantação. A estimulação ovariana isoladamente, tem baixo impacto em resultados, exceto em ciclos repetidos com controle ultrassonográficos, indução da ovulação e coito programado no período fértil.

Casos sem controle adequado, trazem riscos de síndrome de hiperestimulação e gestação múltipla. Todas as técnicas pressupõem condições mínimas para indicação, a critério do especialista.

Quais são os riscos do tratamento?

Os riscos mais comuns estão relacionados às gestações múltiplas e a síndrome de Hiperestimulação Ovariana. Em ambas condições podem ser tomadas medidas preventivas, evitando a transferência de número extraordinário de embriões e identificando-se as pacientes com risco de Alta resposta ao Estímulo Ovariano.

Neste casos, utilizam-se protocolos adequados e técnicas de criopreservação de óvulos e embriões para evitar o risco potencializado pela gestação decorrente do ciclo de hiperestimulação ovariana. Os medicamentos, procedimentos anestésicos e cirúrgicos, e as próprias técnicas de Reprodução Assistida não representam riscos que não possam ser previstos e se excepcionalmente presentes, costumam ser tratados adequadamente.

Quais as chances na primeira tentativa? E nas seguintes?

Cada tratamento traz uma probabilidade de resultado satisfatório que pode ser previsto e reconsiderado durante sua execução até seu prognóstico final poder oferecer a porcentagem de chance a ser atingida.

Cada caso tem um prognóstico individual e pode haver variações interciclos. As chances costumam ser progressivamente cumulativas aumentando os resultados e promovendo melhorias progressivas na saúde reprodutiva, particularmente feminina.

É interesse do casal questionar ao médico assistente sobre as taxas de ciclo iniciado e resultados de gestação que terminam com “bebês em casa”.

Quantas tentativas posso fazer?

Em casos de indução da ovulação isoladamente há restrições para o uso prolongado de determinados medicamentos nos períodos de até 6 ciclos. Para casos de Fertilização In Vitro não há restrições e dados estatísticos não demonstram riscos para ciclos repetitivos. Poucas restrições podem estar associadas a coleta cirúrgica (punção ou extração) de espermatozóides.

Se não conseguir a gravidez na primeira tentativa, quando poderemos reiniciar a próxima?

A cada ciclo a mulher inicia a estimulação ovariana após exames que avaliam a predição da resposta ao tratamento. Então,não há restrição de prazo para reinício, exceto em condições específicas.

Quantas vezes terei que fazer exames de controle?

Para melhorar a programação e disponibilidade de execução do tratamento, é possível fazer o planejamento e agendamento dos controles de ultrassom, exames de sangue e sêmem.
Os protocolos exigem a realização dos exames de ultrassom e de sangue no início ou imediatamente antes, e em torno de mais quatro visitas num intervalo de 10 a 15 dias.

Algumas vezes serão necessários controles antes da transferência dos embriões, de 3 a 5 dias após a coleta dos óvulos. Para cada visita haverá a respectiva orientação do médico assistente e da enfermagem. Muitas pacientes e casais viajam durante o tratamento sob orientação das datas programadas, sendo que para a mulher a disponibilidade para exames deve ser maior.

Quanto tempo leva o tratamento?

Habitualmente, o início do ciclo de estimulação ou espontâneo para descongelamento de embriões ou óvulos e a punção para coleta de óvulos e espermatozóides costumam ocorrer no décimo terceiro ou décimo quarto dias do ciclo.

Já a transferência ocorre do terceiro ao quinto dia após a punção. A partir desse momento, o tratamento segue com medicações via oral, vaginal ou tópicas até 15 dias a data da coleta, quando será feito o teste de gestação.

Alguns casos podem levar meses até a obtenção dos Embriões e da gestação pelas probabilidades.

O que é possível fazer para melhorar os resultados?

Antes de iniciar o tratamento as pacientes são orientadas sobre o mandamentos, que abrange manter dieta alimentar habitual ou prescrita; evitar consumo excessivo de cafeína, tabaco, álcool e drogas sem conhecimento do médico assistente; atividades física e sexual regulares e equilíbrio emocional através do sono e exercícios de relaxamento adequados.

O mais importante é seguir as orientações dos profissionais responsáveis e discutir todas as dúvidas e anseios conjuntamente.

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